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Bypass Intestinal

Cirurgia – Bypass Intestinal reversível Hipofuncionante
Idealizada e desenvolvida por Dr. José Lazzarotto de Melo e Souza.

 

 

Também conhecida como Derivação Intestinal Reversível Hipofuncionante AA Souza & Souza, iniciada no final da década de 80. Diferente da Derivação Intestinal Simples dos anos 50 a 70, e com princípios totalmente diferentes das cirurgias no estômago. O princípio das cirurgias que atuam no estômago é o comer um mínimo de alimentos, 30 a 50ml por refeição. O bypass baseia-se em diminuir a absorção do alimento no intestino delgado que é onde os nutrientes são absorvidos. A ingestão dos alimentos se faz normalmente em maior ou menor quantidade, conforme o desejo da pessoa. O estômago fica totalmente preservado (O maior prazer de todo o ser vivo é a alimentação. No homem também é o maior prazer. Comer normalmente como todos comem e, em dias de confraternização convidar os amigos e até exceder-se do habitual).

Nesta cirurgia é preservada a área de absorção para os nutrientes essenciais como: proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, sais minerais e outros. A intervenção cirúrgica se faz no intestino delgado, somente após a área onde são absorvidos os nutrientes indispensáveis para a subsistência básica do corpo. É feito um bypass (Derivação intestinal) a nível de jejuno até íleo, variável de pessoa para pessoa, e nesse segmento derivado (bypass) haverá absorção de um terço do quimo (denominação dada ao alimento no intestino delgado). O emagrecimento se faz porque a pessoa comendo o mesmo que antes de ser submetida à cirurgia irá absorver um terço do quimo, no segmento derivado. Além da absorção diminuída dos alimentos, nas pessoas que são feitas derivação mais longa ocorre em 66% delas uma diminuição do apetite, variável de 20 até 60% em relação ao que ocorria antes de serem operadas (as médias e curtas são feitas em mulheres que não tiveram filhos e outros que tenham algum problema de intestino delgado).

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Gastroplastia Vertical com By-pass

Dr. Luiz Cezar Calixto Bonanato, tendo emagrecido 70 quilos, após ter-se submetido à intervenção cirúrgica de nome 'Gastroplastia Vertical com By-pass', especializou-se nessa técnica, tornando-se Membro da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica (Entidade Certificadora de Cirurgiões nessa especialidade).

 

A Gastroplastia Vertical com By-pass é um processo cirúrgico que reduz drasticamente o volume do estômago, reduzindo, conseqüentemente, a capacidade gástrica e o volume de ingestão de alimentos.

Essa cirurgia é feita através de videolaparoscopia (pequenos furos na parede do abdômen), que consiste em fazer um corte e "grampeamento' de parte do estômago, com grampos especiais de titânio, trazendo a parte proximal do intestino delgado e fazendo uma emenda (anastomose) da parte grampeada do estômago a essa parte do intestino delgado e depois fazendo a emenda do restante do estômago excluído a essa mesma alça do intestino delgado formando um Y (Y-de-Roux).

Como resultado, a pessoa ingere pequena quantidade de alimentos, correspondente à nova dimensão do estômago ajustado pela cirurgia, fazendo com que a pessoa tenha a sensação de saciedade com pouco alimento, o que inibe a fome. Dessa forma, num prazo de 1 ano à 1 ano e meio, a pessoa reduz de 30 à 40% de seu peso atual, emagrecendo equilibradamente até alcançar o peso ideal, quando naturalmente a pessoa pára o processo de emagrecimento por já haver adequado o volume de ingestão de alimentos à sua necessidade diária.

 
A Banda Gástrica

A Banda Gástrica Ajustável é uma das técnicas utilizadas na Cirurgia Bariátrica (nome utilizado para se definir a cirurgia para obesidade).

 

A Banda Gástrica é introduzida em intervenção cirúrgica realizada por videolaparoscopia (filmagem interna), esta feita através de orifícios onde se introduz a banda de silicone que produzirá o efeito de limitação do volume gástrico. Esta técnica é considerada como minimamente invasiva, sem agressão cirúrgica, isto quer dizer que a intervenção é realizada em um dia com alta no dia seguinte. A recuperação do paciente é mais rápida porque não existe corte. Essa cirurgia é mais simples que as demais, não requerendo grampeamento ou cortes no estômago, sendo um método reversível, com maior facilidade. A banda gástrica pode ser insuflada ou desinsuflada, a qualquer tempo, em procedimento de consultório, sem precisar de nova cirurgia o que permite a adequação da quantidade de alimento ingerido de acordo com a tolerância do paciente.

Os resultados obtidos com essa técnica são excelentes, permitindo um restabelecimento e retorno às atividades rotineiras num menor espaço de tempo.

 
O Balão Gástrico

O Balão Gástrico foi desenvolvido a partir de uma bola de silicone que é introduzida no estômago por endoscopia, ou seja, sem cirurgia. Uma bola com uma sonda é introduzida pela boca e levada ao estômago. Ela é preenchida com soro fisiológico, mais ou menos 700 ml, permanecendo dentro do estômago por um período de aproximadamente 6 meses.

 

Nesse período, o paciente tem que fazer uma dieta e um acompanhamento médico, para a perda de peso necessária. Após 6 meses o Balão deverá ser retirado, novamente por endoscopia.

A indicação para tratamento por Balão Gástrico é para pacientes extremamente obesos e que não têm condições iniciais de cirurgia. Dessa forma o balão deverá permanecer por 6 meses para perda de peso inicial, a fim de conseguir condições cirúrgicas. Este tratamento também é indicado para pacientes que não têm indicação cirúrgica e cuja perda de peso estimada não seja superior à média de 15 à 20 Kg.

 


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